Coordenadora do Polo de Leitura LiteraSampa, Bel Santos Mayer atua no Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário – Ibeac, organização que, em 2008, iniciou um trabalho com adolescentes da região de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, tendo a literatura como referência. Hoje, os jovens adultos gerenciam uma biblioteca comunitária articulada a ações de mobilização social em toda a região.
Cultura
Para Márcio Renato dos Santos, jornalista do Núcleo de Edições da Secretaria de Cultura do Paraná, há em Curitiba uma tradição de periódicos culturais e literários traçada desde os jornais simbolistas do início do século passado.
Pesquisador da Universidade de Miami, George Yúdice é o autor de A Conveniência da Cultura, obra que, atualmente, tornou-se uma das principais referências para o estudo da cultura e de sua economia.
O conceito de soft power aparece no discurso da ministra da Cultura Marta Suplicy desde os primeiros meses de sua gestão, no final de 2012, usado para argumentar que a cultura brasileira representa importante capital para a projeção do país no âmbito internacional.
Segundo o diplomata, o interesse internacional pela cultura brasileira cresceu muito ao longo da última década, abrindo novos mercados para a indústria cultural brasileira.
No primeiro semestre de 2014, o Brasil foi o país homenageado na mais importante feira do livro no setor infantil e juvenil, a Feira do Livro de Bolonha. Durante o evento, foram anunciados os ganhadores do Prêmio Hans Christian Andersen – o maior do mundo no âmbito do livro infantil e juvenil – e, pela primeira vez, um brasileiro, o brasiliense Roger Mello, recebeu a premiação na categoria ilustração.
Em entrevista ao Blog Acesso, Paulo Miguez falou sobre as tensões entre o crescimento da economia do carnaval e a manutenção do patrimônio simbólico que a festa representa.
Para João do Rio, cronista que melhor observou o Rio de Janeiro capital da república, no início do século 20, poder-se-ia, aos poucos, detalhar a alma nacional nos estandartes dos cordões – hoje chamados blocos – de carnaval. “Os cordões são os núcleos irredutíveis da folia carioca, brotam com fulgor mais vivo e são antes de tudo bem do povo, bem da terra, bem da alma encantadora e bárbara do Rio”, escreveu em artigo publicado pela revista Kosmos, em janeiro de 1906.