Para Marília de Lima, presidente da Cooperativa Cultural Brasileira, o cooperativismo tem demonstrado ser uma das melhores opções para a organização e formalização dos profissionais da cultura, setor que se destaca em todo o mundo como eixo de desenvolvimento. Em entrevista ao Acesso, Marília fala sobre o papel do cooperativismo nas indústrias cultural e criativa e sobre o empreendedorismo em cooperativas.
indústria cultural
Pesquisador da Universidade de Miami, George Yúdice é o autor de A Conveniência da Cultura, obra que, atualmente, tornou-se uma das principais referências para o estudo da cultura e de sua economia.
O conceito de soft power aparece no discurso da ministra da Cultura Marta Suplicy desde os primeiros meses de sua gestão, no final de 2012, usado para argumentar que a cultura brasileira representa importante capital para a projeção do país no âmbito internacional.
Segundo o diplomata, o interesse internacional pela cultura brasileira cresceu muito ao longo da última década, abrindo novos mercados para a indústria cultural brasileira.
Em entrevista ao Blog Acesso, Paulo Miguez falou sobre as tensões entre o crescimento da economia do carnaval e a manutenção do patrimônio simbólico que a festa representa.
Para João do Rio, cronista que melhor observou o Rio de Janeiro capital da república, no início do século 20, poder-se-ia, aos poucos, detalhar a alma nacional nos estandartes dos cordões – hoje chamados blocos – de carnaval. “Os cordões são os núcleos irredutíveis da folia carioca, brotam com fulgor mais vivo e são antes de tudo bem do povo, bem da terra, bem da alma encantadora e bárbara do Rio”, escreveu em artigo publicado pela revista Kosmos, em janeiro de 1906.
O setor cultural português foi duramente atingido pela crise econômica que o país atravessa. Com o Ministério da Cultura extinto, passou a existir apenas uma Secretaria de Estado sem poder decisório para tratar das políticas públicas portuguesas para a cultura.