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Creative Commons no novo guia de Jundiaí
O Guia 123 Achei é um novo guia de serviços em circulação em Jundiaí, lançado com apoio editorial e comercial da EPIL – Editora Pesquisa e Indústria Ltda. A publicação, que já tinha sua versão para outras cidades do interior, traz, além do guia de serviços e fornecedores de produtos, artigos sobre automóveis, cultura, lazer, informática e saúde. E é aí que entra este que vos escreve.
Por meio da Revista Bagre, o pessoal do Guia 123 Achei entrou em contato para verificar se eu não teria interesse em colaborar com um artigo sobre cultura para o guia de Jundiaí. Como era uma semana corrida e eu não teria tempo de escrever o artigo, sugeri que eles escolhessem artigos da Bagre que fossem de minha autoria, uma vez que todo o conteúdo da Bagre é publicado sob licença Creative Commons. Tal licença permite a livre reprodução dos artigos desde que publicados para fins não comerciais, com citação da fonte e sob o mesmo tipo de licença. E, sendo artigos escritos por mim, eu poderia suspender a cláusula que diz respeito a publicação para fins não comerciais e permitir sua publicação no guia.
Para encurtar a história, os três artigos abaixo foram selecionados pelos editores do Guia 123 Achei e publicados na edição de Jundiaí. Os três estão sob o mesmo tipo de licença Creative Commons com que foram publicados originalmente: sua reprodução, observados os três pontos acima mencionados, é livre e incentivada.
Conheça a Academia de Crianças
No bairro do Vianelo, não muito distante do famoso Mercadão, a Academia de Crianças vem desenvolvendo um trabalho cujo foco é a “arte como indutora do processo ensino-aprendizagem”. A entidade sem fins lucrativos conta com o trabalho voluntário de colaboradores e parceiros, para atender crianças entre seis e 12 anos, muitas delas provenientes de comunidades de baixa renda.
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Copy o quê?
Copyleft é uma expressão difícil de se traduzir para o português. Em oposição a copyright, que além de “direito de cópia” também poderia ser lido como “cópia de direita”, copyleft pode significar tanto “cópia de esquerda” quanto – ao tomar-se “left” como passado de “leave” – “cópia deixada”, ou ainda, “cópia permitida”. Por trás desse jogo de palavras está um conceito que deu origem a uma série de licenças de uso cujo objetivo é difundir a livre circulação de diferentes produtos culturais, de livros à softwares de computador
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Meio ambiente em rede
A cada nova tecnologia desenvolvida para a Internet, a grande rede mundial de computadores apresenta novas possibilidades não só para a busca de informações, mas principalmente para a interação entre as pessoas. Quando redes de informação são criadas com base nos interesses comuns das pessoas que as compõem, a facilidade em trocar informações cria um terreno fértil também para a articulação de ações diretas dos cidadãos.
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Debate Público em Jundiaí
Encaminho a mensagem abaixo para divulgar o evento:
Boa noite,
Estamos tentando iniciar uma mobilização com os blogues jundiaienses. O objetivo é repercutir debate público que acontecerá na Câmara, dia 07/07, às 19h00 para tratar do projeto que instituirá plebiscito, referendo e lei por iniciativa popular em nosso município.
A idéia é debater como os diversos temas trabalhados pelos movimentos e Ongs de nossa cidade podem encontrar espaço e ganhar força com essas ferramentas.
Há no blog do Voto Consciente uma série de matérias sobre o tema e o blog ‘Overdose de Cultura’ já integra essa corrente.
Pedimos que avalie a possibilidade de participar.
Um abraço,
Henrique Parra Parra Filho
Movimento Voto Consciente1-O Plebiscito
http://votoconsciente-jundiai.blogspot.com/2009/06/o-plebiscito.html2-Você sabe o que é plebiscito?
http://overdosedecultura.blogspot.com/2009/06/voce-sabe-o-que-e-plebiscito.html
Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários
29 de ABRIL (Quarta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filme: “Não começou em Seattle, não vai terminar em Quebec” (CMI)
Local: ESPAÇO AY CARMELA!
Endereço: Rua das Carmelitas, 140 – Próximo ao Metrô Sé (Saída Poupatempo)
30 de ABRIL (Quinta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filmes: “Ilha das Flores” + “Sabotage (documentário)” + curtas
Local: CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
Endereço: Pça Padre João Bosco Penido Burnier – Vila Sabrina (ZN)
(Esquina da Avenida do Poeta x Rua Carlos Calvo, ponto final do
Correio/Vl. Sabrina 1156/2181)
1º de MAIO (Sexta) a partir das 16h
Aniversário do FORMIGUEIRO
Projeções + debates + shows + expos
Filmes: “ O Espaço do Baixo e Vil” , “Periferias Paulistas”, “Botinada”,
“Hype – História do Grunge” + curtas
Shows de: Água Pesada, Popstars Acid Killers, Roswell, Violent Noise
+ Expo de fotos “Brisas Fotográficas”
+ Expo de Quadros – Heavy
+ Stencil ao vivo – Píer Conv.
+ Banca de Camisetas – Tomate
Endereço: Rua Dr. Paulo de Queirós, 990 – Jd. Nove de Julho (ZL)
02 de MAIO (Sábado) a partir das 17h
Projeção de curtas ao ar livre + debates sobre intervenção urbana
Local: CASA ABERTA
Endereço: Pça Santo Epifânio, 275 – Butantã (ZS)
(próx. à saída de pedestres da vl. Indiana, altura da casa do norte da
av. Corifeu de Azevedo Marques)
03 de MAIO (Domingo) a partir das 14h
Projeções + Debate sobre produções alternativas de alimentos
Filme: “Poder da Comunidade” + curtas
Local: CASA DA LAGARTIXA PRETA
Endereço: Rua Alcides de Queiroz, 161 – Casa Branca – Santo André (ABC)
(15 min. da Estação Santo André / Prefeito Celso Daniel)
Entrada gratuita em todos os eventos.
REALIZAÇÃO:
Ativismo ABC
CasAberta
Casa da Lagartixa Preta
CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
CMI – Centro de Mídia Independente / Coletivo São Paulo
Coletivo Anarquista Terra Livre
Espaço Ay Carmela!
FCV – Fórum Centro Vivo
Formigueiro Rock Bar
Sinfonia de Cães
[G20] Nós vivemos de crimes financeiros
A poucos dias da cúpula do G20, em Londres, manifestantes anti-capitalismo publicaram, nesta sexta-feira (27/3), uma edição falsa do Financial Times, com notícias de brincadeira sobre o Reino Unido e o mundo. A edição de 12 páginas parodiou o slogan do jornal, “We Live in Financial Times” (nós vivemos em tempos financeiros, em tradução literal) com a frase “We live on Financial Crimes” (nós vivemos de crimes financeiros). Os exemplares foram distribuídos na movimentada estação londrina de Waterloo.
Continue lendo este artigo no sítio do Observatório da Imprensa.
Versão online da edição anticapitalista do Financial Times.
Leia também: Falso New York Times distribuído em Manhattan
Lista suja do trabalho escravo no Brasil
Existe um sistema de consulta online sobre propriedades rurais processadas por submeterem trabalhadores a regime de escravidão. O sítio da Repórter Brasil, onde a lista suja de propriedades pode ser consultada, explica: “A Organização Internacional do Trabalho, o Instituto Ethos e a ONG Repórter Brasil desenvolveram este sistema de busca facilitado com base no Cadastro de Empregadores da Portaria 540 de 15/10/2004 – a chamada lista suja divulgada pelo governo federal. Dessa forma, as empresas signatárias do Pacto Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo podem consultar se determinada propriedade está na relação. A ferramenta é de grande importância para que o setor empresarial cheque com rapidez quais fazendas devem ser suspensas das listas de fornecedores.”
Ainda segundo a Repórter Brasil, a lista é atualizada regularmente e, para determinar quais propriedades serão listadas ou retiradas da lista, o seguinte procedimento é tomado: “Segundo as regras do Ministério do Trabalho e Emprego, a inclusão do nome do infrator acontecerá após o final do processo administrativo criado pelos autos da fiscalização. A exclusão, por sua vez, depende de monitoramento do infrator pelo período de dois anos. Se durante esse período não houver reincidência do crime e forem pagas todas as multas resultantes da ação de fiscalização e quitados os débitos trabalhistas e previdenciários, o nome será retirado.”
O jornalista Leonardo Sakamoto apontou, em seu blog, um interessante dado. Cruzando a lista acima com a lista de municípios que mais desmatam no Brasil – responsáveis por 55% do desmatamento na Amazônia Legal no ano passado -, o jornalista verificou que em grande parte dos municípios listados há propriedades processadas por trabalho escravo. “O que não é coincidência, uma vez que trabalho escravo tem sido utilizado na derrubada da floresta amazônica, principalmente para a implantação ou ampliação de pastos e carvoarias”, denuncia Sakamoto.
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