1/f = 1/p + 1/p'
Chego mais perto de mim que chega mais perto
Através da barreira de vidro e prata
Expiro – embaço – quase sumo
Ao me afastar, me afasto de mim
Então cruzo olhares comigo
Mostro meus dentes para mim
Olho dentro da minha garganta
Falo em uníssono comigo
Mas não me toco




mar 04, 2009 @ 17:46:31
Belo poema, parabéns.
mar 05, 2009 @ 10:25:11
Bonito poema. Vi a sua mensagem no meu blog (cinemasemtempo.blogspot.com) e fico feliz por pessoas cada vez mais dispostas a consumirem material de qualidade. Espero que volte ao endereço mais vezes. Abraçosss!
mar 12, 2009 @ 09:52:05
É sempre saudável se encarar diante do espelho.
Olhar bem no escuro dos olhos e tentar se enxergar.
Mesmo que mostre os dentes, muitas vezes acabamos por enxergar bondade, sonho, força…
Esse olhar sempre nos revela mais do que somos. Ele não mente nunca! Mesmo que você minta na frente dele.
Fabulosa sua forma de falar sobre isso.